3 de set. de 2014

Tag + Selo (no lugar errado, a propósito)

What's up, people?
Ganhei um selo e uma tag... Lalalalalala
Hehehe
Vamos responder logo, porque eu tô com pressa. Hahaha
Antes de tudo, obrigada Diana ( pelos dois :D).

E agora... a tag.


Regras- Precisa ir até a sua estante, fechar os olhos e pegar um livro qualquer.- Deve responder 9 perguntas relativas ao livro que apanhou para que os teus leitores descubram de qual livro se trata.- Indicar 10 blogs para participar também.


O que é, o que é...  :D Hehe

1 - Quantas Páginas tem o livro? 222.

2 - Qual a cor predominante na capa? Vermelho.

3 - Qual a editora? Intrínseca.

4 - Qual o gênero? Drama. 

5 - Faz parte de uma trilogia/saga? Não. 

6 - É autor ou autora? Autor.

7 - É de autor(a) brasileiro? Não, é Norte Americano.

8 - É um livro muito conhecido? Relativamente.

9 - É um best-seller? Não que eu saiba.


Os indicados: Então gente, eu tô voltando agora para esse universo de fics. SO... eu não tô lendo nenhum blog no momento, então não tenho ninguém para indicar. Mas se alguém quiser a tag, é só pegar. Nem é crime, prometo. Hehe


E o selo:


Regras:

1- Não poderá dar o selo quem lhe deu.

2- Não mude as perguntas.

3- Não tente tirar os créditos.


1. Já pensou em desistir do blog e abandonar tudo?

R: DEFINITIVAMENTE.


2. O que pensa que é indispensável numa Fanfic?

R: Acho que mais do que um enredo impressionante, ou um layout maravilhoso, ou ainda personagens perfeitos, uma boa fic (e qualquer história, aliás) precisa de estilo. Precisa emocionar, fazer o leitor querer te matar por não postar logo (apesar de isso não ser exatamente divertido. haha). Precisa de sentimentos. Sentimentos transbordando.


3. O que prefere escrever, Sinopse ou a Lista de Personagens? 

R: Os dois, na verdade. Cada um tem uma finalidade própria, e um completa o outro, então gosto de escrever os dois. Mas tenho uma quedinha por listas de personagens, não vou mentir. Selecionar os atores que os representarão é a parte mais divertida.


Indicações: (Bem, vocês sabem.)


Então é isso, galera. Vejo vocês em breve (e, ah, Por trás da cena está chegando. Em breve. Bem breve.).

-L



2 de set. de 2014

3x05 - Esteja aqui, comigo, e serei feliz.

The way I love you

 3ª temporada

Episódio 5– Esteja aqui, comigo, e serei feliz


Anteriormente, em The way I love you...
“- Beth, por mais que eu a ame, e por mais que eu não a queira ver partir, eu preciso deixá-la ir. E eu sei que se eu mandar desligá-la eu vou me culpar pelo resto da vida, mas pelo menos eu vou deixá-la descansar. Eu construí outra vida, Beth. E eu preciso viver em paz.”
Continua...
Os dias demoravam mais do que o normal para passar, o que era um tanto estranho. Joe esperava mais do que nunca por um sinal de esperança, da dimensão que fosse, que o fizesse mudar de ideia. E foi exatamente o que ele teve.
Em uma de suas últimas visitas ao hospital, poucos dias antes da data marcada para desligar os aparelhos, quando todos os visitantes já haviam ido embora, e somente ele permanecera, um chamado no auto falante do hospital o deixou estático.
“Dr. Leminski, favor comparecer ao quarto 304, situação urgente.”
Joe subiu as escadas correndo, e entrou rapidamente no quarto.
- O que...?
Lisbeth fez um sinal para que ficasse quieto. Joe observou Demi mover a mão um pouco para o lado, e seu coração de repente acelerou. Um homem de jaleco entrou no quarto em pouco tempo.
- Boa noite. – ele cumprimentou Joe com um aperto de mão e tirou um pouco de álcool em gel de um potinho no bolso, esfregando-o nas mãos. Foi até a cama de Demi e sentiu a pulsação dela, olhando logo depois para a máquina que bipava escandalosamente ao lado dele.
- É impressionante. – ele olhou para Joe. – Eu nunca vi um caso assim.
- O que quer dizer?  - ele aproximou-se.
- Ela está reagindo, Joe. – Lisbeth interferiu.
***
- O caso dela é complicado. Interessante, mas complicado. Sei lá, é como se ela pudesse sentir as pessoas do lado de fora.
- Estranho. – Caroline continuava prestando mais atenção em seu celular do que em Joe. Ela se virou para ele de repente.
- Você ainda a ama, não ama? – ele riu, como se fosse óbvio.
- Eu não quero mentir para você. – ele assentou-se no sofá ao lado dela, as mãos juntas entre os joelhos, e olhou em seus olhos.
- Demi é a mulher da minha vida. Eu me casei com 20 anos, tinha tudo para dar errado. Mas... era a Demi, e não tem como dar errado com ela. A não ser que não seja decisão dela, como agora.
- Por que você se casou comigo? – ele olhou para o lado novamente.
- Já conversamos sobre isso.
- É, precisava de uma mãe para os seus filhos. Mas precisava se casar? Sei lá, arrumasse uma babá eficiente, e estaria de bom tamanho.
- Eu acho que... eu queria encontrar minha esposa novamente. Precisava de uma leveza feminina na casa de novo...
- E eu tinha que pagar o preço pelo seu desejo de uma “leveza feminina”?
- Não foi isso o que eu quis dizer.
- Mas foi o que aconteceu. Joe, eu tenho três filhos que não são meus, um marido que me beija pensando na ex...
- Ela nunca deixou de ser minha esposa.
- Deixou! É claro que deixou.  – ela gritou. – A partir do momento que eu me casei com você ela não é mais sua esposa! – Caroline deixou a sala da casa praticamente marchando de raiva. Cat apareceu no cantinho da porta.
- Por que a mamãe está tão brava? – ela correu até Joe e assentou-se no colo dele.
- Não é nada, querida. Nada com você, pelo menos.
- Vocês estavam falando da esposa de quem?
- O que?
- Esposa. Esposa de quem?
- Não, esposa de ninguém.
- Eu ouvi, papai. A mamãe estava brava porque ela não é mais sua esposa. Ela não é mais sua esposa, papai? Vocês vão se separar? – Joe riu.
- Duas coisas para você, pequena: você tem que parar de ouvir a conversa dos outros, e tem que parar de entender errado a conversa dos outros.
- Não vão se separar? – Joe fez que não com a cabeça.
- Ah. Então tudo bem. – ela sorriu e foi embora saltitando.
***
Naquela tarde Joe voltou ao hospital, com o peito apertado e medo do que iria encontrar, apesar de não saber exatamente porque.
Ele chegou ao quarto, e encontrou Lisbeth olhando para Demi.
- Ei, Beth.
-Oi, Joe. Tudo bem?
- Tudo. Quer dizer... Tudo mais ou menos. – ela sorriu, olhando logo em seguida para ele.
- Tenho muito boas notícias, Joe.
- Pode falar. – ele se aproximou, não tão animado quanto gostaria de estar.
- Não vamos desligá-la. A reação dela ontem foi inesperada, e totalmente bem-vinda. Não estou dizendo que ela vai acordar. Não. Mas o que não era nem uma possibilidade, agora é. – Joe não disse nada.
- Não está feliz? – Lisbeth perguntou.
- Estou. É só que... Não sei, Beth, estou cansado. A Cat me perguntou ontem se eu e a Carol vamos nos separar. E eu não quero desapontá-los. Tudo o que eu mais quero é ver meus filhos felizes. Não seria difícil demais para eles?
- Talvez. Mas Joe, o mais importante é você estar feliz. Não importa como.