30 de dez de 2014

Os melhores de 2014

O que dizer a todos vocês que continuam me apoiando mesmo depois de tudo?
Foi uma surpresa enorme abrir o Críticas de Fanfics essa tarde e descobrir que eu havia ganho duas categorias. Não estava esperando, juro.
Então MUITO OBRIGADA, gente. Vocês são incríveis, e os únicos responsáveis por eu ainda estar escrevendo.
Aí estão os dois selos:




Tô muito feliz! De verdade, obrigada.
E eu volto em breve. 

25 de dez de 2014

Tudo sobre Por Trás da Cena e Feliz Natal!


Ei gente! Este é um post programado. Hoje é meu aniversário, e a essa hora eu provavelmente estou na estrada para a terceira parte do meu natal. Ufa!Mas ó, hoje eu vim atualizar vocês a respeito de Por Trás da Cena, minha parceria com a Diana Pinto. Caso não saibam, nesses últimos dias nós liberamos várias surpresas sobre a história. E hoje, agora, agorinha, 17:00 (bem, se você é das terras brasilis), o blog acabou de ser liberado. Tem um desafio lá pros leitores, e eu quero ver todo mundo participando. De tudo o que foi  liberado, lá no blog vocês verão o cabeçalho, os personagens, a sinopse, e claro, o blog {hehehe}. E aqui, eu deixo para vocês os trechos dos capítulos 1 e 2, narrados, respectivamente, pelo Bento (o meu protagonista) e a Laura (a protagonista da Diana). 

"Abro os olhos, um de cada vez, enquanto ouço um som estranho vindo da sala. Alguém bate à porta escandalosamente, sem se importar com meu sono. Me levanto meio tonto, meio firme. Abro a porta. Provavelmente estou com uma cara péssima, porque Lídia me olha com desgosto antes de rir um pouco para mim. Não entendo a graça.
- O quê? – Pergunto.
- O que nada. Qual o seu problema, Bento? – Ela responde, mas para de sorrir.
- Não tenho nenhum problema. Por que teria?
- Porque eu te consigo um emprego, confio em você para estar lá na hora, e você ainda está dormindo!
É minha vez de rir. Vou até ela e a abraço.
- Você é a melhor irmã do mundo por se importar tanto comigo, mas eu estou dentro do horário.
Sorrio enquanto ela olha para o relógio na parede dos milímetros quadrados que eu ouso chamar de cozinha.
- Você sabe que tem que estar lá às sete, não sabe?
Acompanho o olhar dela até o relógio. São seis e meia.
- Droga."
"A vida sempre foi muito traiçoeira para mim, mesmo sendo filha de um grande empresário português a minha vida nunca foi um mar de rosas, pelo menos a minha vida profissional. Acabei o meu ensino e fiz um curso de atriz aqui em Lisboa mas não tive muitas chances de puder entrar numa novela ou num filme português. Originalmente, pensei em seguir moda mas o meu primeiro dia na escola profissional foi a pior experiência da minha vida. O desastre foi tão grande que decidi nunca mais voltar.
A minha relação com o meu pai nunca foi das melhores. O doutor Francisco Bettencourt é um homem frio e calculista. Não me lembro dele de forma diferente. As demonstrações de amor são raras e o trabalho dele ocupa vinte e quatro horas do seu dia.
Todas as sextas feiras da semana, eu ia à empresa do meu pai fazer-lhe uma visita. Como tinha me tornado independente assim que fiz os 18 anos e fui morar com uma das minhas melhores amigas, Matilde, numa das ruas mais humildes de Lisboa, não tinha muito tempo para o ver. Nem a ele e nem à minha mãe. Não estava feliz em vê-lo no trabalho porque era raro ele dar-me atenção. Se nem em casa dava, no local de trabalho ainda menos. Mas como sempre dava-me alguma prenda, eu fazia questão de conduzir até à enorme empresa instalada numa das ruas mais ricas da capital."
Visitem lá, comentem e nos deixem feliz. :)
Aqui ó: historiaportrasdacena.blogspot.com
E, só para não passar despercebido, tenho mais duas novidades para contar:
1. Como eu bem me lembro de ter dito lá no face, o mês de janeiro será decisivo para The way I love you. Aguardem uma bateria de capítulos e um final.
2. Em primeira mão, quem me acompanha(va) lá no Senhorita Descontrole, saibam que eu vou voltar >muito< em breve. O primeiro vlog do blog já está gravado, e eu vou voltar com tudo. Uhuuul!

Feliz Natal! E eu volto em breve.


2 de out de 2014

Trailer exclusivíssimo de Por trás da cena

Desculpa o atraso, galera. Meio que esqueci que nem todas vocês tem facebook. Hahaha
Entrem aí, depois digam se a gente não tá arrasando na produção. Hahaha. Adios.
https://www.youtube.com/watch?v=YMJhnljjal8

3 de set de 2014

Tag + Selo (no lugar errado, a propósito)

What's up, people?
Ganhei um selo e uma tag... Lalalalalala
Hehehe
Vamos responder logo, porque eu tô com pressa. Hahaha
Antes de tudo, obrigada Diana ( pelos dois :D).

E agora... a tag.


Regras- Precisa ir até a sua estante, fechar os olhos e pegar um livro qualquer.- Deve responder 9 perguntas relativas ao livro que apanhou para que os teus leitores descubram de qual livro se trata.- Indicar 10 blogs para participar também.


O que é, o que é...  :D Hehe

1 - Quantas Páginas tem o livro? 222.

2 - Qual a cor predominante na capa? Vermelho.

3 - Qual a editora? Intrínseca.

4 - Qual o gênero? Drama. 

5 - Faz parte de uma trilogia/saga? Não. 

6 - É autor ou autora? Autor.

7 - É de autor(a) brasileiro? Não, é Norte Americano.

8 - É um livro muito conhecido? Relativamente.

9 - É um best-seller? Não que eu saiba.


Os indicados: Então gente, eu tô voltando agora para esse universo de fics. SO... eu não tô lendo nenhum blog no momento, então não tenho ninguém para indicar. Mas se alguém quiser a tag, é só pegar. Nem é crime, prometo. Hehe


E o selo:


Regras:

1- Não poderá dar o selo quem lhe deu.

2- Não mude as perguntas.

3- Não tente tirar os créditos.


1. Já pensou em desistir do blog e abandonar tudo?

R: DEFINITIVAMENTE.


2. O que pensa que é indispensável numa Fanfic?

R: Acho que mais do que um enredo impressionante, ou um layout maravilhoso, ou ainda personagens perfeitos, uma boa fic (e qualquer história, aliás) precisa de estilo. Precisa emocionar, fazer o leitor querer te matar por não postar logo (apesar de isso não ser exatamente divertido. haha). Precisa de sentimentos. Sentimentos transbordando.


3. O que prefere escrever, Sinopse ou a Lista de Personagens? 

R: Os dois, na verdade. Cada um tem uma finalidade própria, e um completa o outro, então gosto de escrever os dois. Mas tenho uma quedinha por listas de personagens, não vou mentir. Selecionar os atores que os representarão é a parte mais divertida.


Indicações: (Bem, vocês sabem.)


Então é isso, galera. Vejo vocês em breve (e, ah, Por trás da cena está chegando. Em breve. Bem breve.).

-L



2 de set de 2014

3x05 - Esteja aqui, comigo, e serei feliz.

The way I love you

 3ª temporada

Episódio 5– Esteja aqui, comigo, e serei feliz


Anteriormente, em The way I love you...
“- Beth, por mais que eu a ame, e por mais que eu não a queira ver partir, eu preciso deixá-la ir. E eu sei que se eu mandar desligá-la eu vou me culpar pelo resto da vida, mas pelo menos eu vou deixá-la descansar. Eu construí outra vida, Beth. E eu preciso viver em paz.”
Continua...
Os dias demoravam mais do que o normal para passar, o que era um tanto estranho. Joe esperava mais do que nunca por um sinal de esperança, da dimensão que fosse, que o fizesse mudar de ideia. E foi exatamente o que ele teve.
Em uma de suas últimas visitas ao hospital, poucos dias antes da data marcada para desligar os aparelhos, quando todos os visitantes já haviam ido embora, e somente ele permanecera, um chamado no auto falante do hospital o deixou estático.
“Dr. Leminski, favor comparecer ao quarto 304, situação urgente.”
Joe subiu as escadas correndo, e entrou rapidamente no quarto.
- O que...?
Lisbeth fez um sinal para que ficasse quieto. Joe observou Demi mover a mão um pouco para o lado, e seu coração de repente acelerou. Um homem de jaleco entrou no quarto em pouco tempo.
- Boa noite. – ele cumprimentou Joe com um aperto de mão e tirou um pouco de álcool em gel de um potinho no bolso, esfregando-o nas mãos. Foi até a cama de Demi e sentiu a pulsação dela, olhando logo depois para a máquina que bipava escandalosamente ao lado dele.
- É impressionante. – ele olhou para Joe. – Eu nunca vi um caso assim.
- O que quer dizer?  - ele aproximou-se.
- Ela está reagindo, Joe. – Lisbeth interferiu.
***
- O caso dela é complicado. Interessante, mas complicado. Sei lá, é como se ela pudesse sentir as pessoas do lado de fora.
- Estranho. – Caroline continuava prestando mais atenção em seu celular do que em Joe. Ela se virou para ele de repente.
- Você ainda a ama, não ama? – ele riu, como se fosse óbvio.
- Eu não quero mentir para você. – ele assentou-se no sofá ao lado dela, as mãos juntas entre os joelhos, e olhou em seus olhos.
- Demi é a mulher da minha vida. Eu me casei com 20 anos, tinha tudo para dar errado. Mas... era a Demi, e não tem como dar errado com ela. A não ser que não seja decisão dela, como agora.
- Por que você se casou comigo? – ele olhou para o lado novamente.
- Já conversamos sobre isso.
- É, precisava de uma mãe para os seus filhos. Mas precisava se casar? Sei lá, arrumasse uma babá eficiente, e estaria de bom tamanho.
- Eu acho que... eu queria encontrar minha esposa novamente. Precisava de uma leveza feminina na casa de novo...
- E eu tinha que pagar o preço pelo seu desejo de uma “leveza feminina”?
- Não foi isso o que eu quis dizer.
- Mas foi o que aconteceu. Joe, eu tenho três filhos que não são meus, um marido que me beija pensando na ex...
- Ela nunca deixou de ser minha esposa.
- Deixou! É claro que deixou.  – ela gritou. – A partir do momento que eu me casei com você ela não é mais sua esposa! – Caroline deixou a sala da casa praticamente marchando de raiva. Cat apareceu no cantinho da porta.
- Por que a mamãe está tão brava? – ela correu até Joe e assentou-se no colo dele.
- Não é nada, querida. Nada com você, pelo menos.
- Vocês estavam falando da esposa de quem?
- O que?
- Esposa. Esposa de quem?
- Não, esposa de ninguém.
- Eu ouvi, papai. A mamãe estava brava porque ela não é mais sua esposa. Ela não é mais sua esposa, papai? Vocês vão se separar? – Joe riu.
- Duas coisas para você, pequena: você tem que parar de ouvir a conversa dos outros, e tem que parar de entender errado a conversa dos outros.
- Não vão se separar? – Joe fez que não com a cabeça.
- Ah. Então tudo bem. – ela sorriu e foi embora saltitando.
***
Naquela tarde Joe voltou ao hospital, com o peito apertado e medo do que iria encontrar, apesar de não saber exatamente porque.
Ele chegou ao quarto, e encontrou Lisbeth olhando para Demi.
- Ei, Beth.
-Oi, Joe. Tudo bem?
- Tudo. Quer dizer... Tudo mais ou menos. – ela sorriu, olhando logo em seguida para ele.
- Tenho muito boas notícias, Joe.
- Pode falar. – ele se aproximou, não tão animado quanto gostaria de estar.
- Não vamos desligá-la. A reação dela ontem foi inesperada, e totalmente bem-vinda. Não estou dizendo que ela vai acordar. Não. Mas o que não era nem uma possibilidade, agora é. – Joe não disse nada.
- Não está feliz? – Lisbeth perguntou.
- Estou. É só que... Não sei, Beth, estou cansado. A Cat me perguntou ontem se eu e a Carol vamos nos separar. E eu não quero desapontá-los. Tudo o que eu mais quero é ver meus filhos felizes. Não seria difícil demais para eles?
- Talvez. Mas Joe, o mais importante é você estar feliz. Não importa como.

28 de ago de 2014

3x04 - A mesma casa, a mesma história

The way I love you  

3ª temporada 

Episódio 4– A mesma casa, a mesma história

Anteriormente, em The way I love you...
“ - Amanhã de manhã, bem cedo, nós vamos direto para Steinfield. Eu sei que é difícil para você, Nick, mas nós vamos direto para a tal casa.”

Continua...
- Bom dia, senhorita Green. Não sabia que viria trabalhar hoje.
- Não vim, Sam. Vim me despedir de Julian. Será que posso?
- Acredito que sim. Ele passou a manhã inteira no escritório.
- Mande avisar que estou entrando. – Ela sorriu para a recepcionista, já passando pela porta atrás do balcão. Entrou na segunda sala do corredor e fechou a porta atrás de si.
- Oi, Taylor.  – Selena disse, suspirando como se estivesse cansada.
- O que veio fazer aqui? – Ele perguntou, sem tirar os olhos do computador.
- Vim te dizer tchau.  – Ele olhou para ela.
- O quê? Por quê?
- Porque eu preciso me libertar. Já chega dessa vida de fugir, me esconder. Eu cansei. – Taylor se levantou rapidamente, segurando-a pelo pulso.
- Não é você quem dita as regras. Você quis assim, então vai ser assim até eu mandar parar, entendeu?  - Ele soltou o braço dela quando ela apontou para a câmera de segurança no canto do teto. – Até segunda ordem você é Lauren Green. E eu realmente espero que você me ouça dessa vez. Você sabe do que eu sou capaz. – Ele disse, tão rude quanto sempre fora.
Selena saiu da sala, acostumada com a rigidez de Taylor, determinada a mudar de vida, e mais do que nunca, assustada com o provável futuro que a aguardava.
***
Miley logo mandou Nick arrombar a frágil porta da casa, já cheia de cupins. Um pontapé e eles estavam na sala escura. A única fonte de luz era a porta, por onde entravam raios preguiçosos de sol da manhã. Não eram nem seis horas quando saíram da pensão. Agora era pouco mais de oito da manhã.
- Procure por algo nos quartos. – Miley disse a Nick, antes de ouvir uma voz vinda de um canto escuro da sala.
- Não é necessário.  – Selena mostrou o rosto. Parecia assustada. Nick deu um passo para trás, o coração disparado. Não conseguiu distinguir o que sentia.
- Você... - ele disse depois de longos segundos em um silencio profundo e angustiante. – está viva? – Nick não sabia se a abraçava, se desmaiava ou se saía correndo. – Eu levei flores ao seu túmulo, Selena. Todos nós levamos. E você estava viva esse tempo todo?
 - Eu não sou mais Selena. Meu nome é Lauren agora. E eu preciso muito da ajuda de vocês.
- Do que está falando?
- Estou falando de um acordo. Se vocês concordarem, eu os recompensarei.
- Não pode fazer um acordo com a polícia para se beneficiar. – Miley interferiu.
- Espera. Vamos ouvir o que ela tem a dizer. – Nick disse, colocando um dos braços a frente de Miley, os olhos fixos em Selena. Miley suspirou, assentando-se no sofá velho e empoeirado.
- Prossiga.
***
Taylor começava a considerar a possibilidade de fugir para a América Central, como tratara de espalhar assim que se mudou para Ottawa. Afinal, essas maluquices de Selena de ir embora depois de tantos anos, abandoná-lo com as bombas nas mãos, já estavam começando a fazer sentido, até para ele.
Ele entendia que ela tivesse percebido, finalmente, que estivera fazendo mal a ela mesma e a todas as pessoas que ela amava. Selena era o tipo de pessoa que amava a muitos, mas que não sacrificava a própria felicidade por todos eles. E Taylor sabia que ela se sentia a pior pessoa do mundo por não sacrificar sua felicidade por Demi, apesar de sempre ter achado esse apego das duas um tanto idiota.
Ainda assim, ele entendia que ela não quisesse continuar com essa vida de mentiras. E ele tinha que admitir, ela tinha toda a razão. Mas não queria que ela fosse. Não mesmo. Sem Taylor, nem Selena, ele não sabia o que fazer.
***
- Então você pretende voltar para Los Angeles? – Miley riu forçadamente. – Você deve estar doida, Selena. Não pode voltar para lá.
- Por que não? Eu não sou procurada pela polícia. Não cometi nenhum crime.
- Eu sei disso. Se bem que eu poderia encontrar algum furo nesse seu jeitinho de inocente, não acha?
- Tenho certeza que poderia. E tudo bem se encontrar. Estou disposta a me castigar, de qualquer maneira. – Miley contorceu-se no sofá.
- Por que está dizendo isso?
- Eu me arrependi de ter feito vocês sofrerem. E eu quero ver todos felizes novamente.
- Acho meio tarde para isso. – Nick interrompeu a conversa. – Não soube do que aconteceu com Demi? – Selena parecia confusa.
- Não.
- Selena, ela está em coma há seis anos. Joe se casou novamente, todos nós nos afastamos, e nada voltou a ser como era antes de você desistir de tudo para ficar com... ele.
A resposta dela foi levar a mão à boca. Ela olhou para o lado.
- Ela está em coma? Como? O que aconteceu? – Nick se levantou, andando pela sala.
- Bem, isso foi há seis anos e um pouquinho. Foi bem perto de casa, na verdade. Miley contou a ela que você tinha morrido, ela saiu desnorteada da delegacia e foi atropelada. Teve um traumatismo craniano, mas os bebês sobreviveram. Nasceram bem prematuros, mas isso já iria acontecer, de qualquer forma. Ficaram por mais de um mês na UTI, e nesse meio tempo Joe conheceu Caroline. E é óbvio que ele não a ama, nem um pouco em comparação com Demi. Mas enxergou nela uma boa pessoa, e o melhor, com instinto materno. Então se casou. E adivinha? Ele não é nem um pouco feliz com ela.
- Então por que se casou? – Selena perguntou, inocente.
- Pelas crianças, eu acho. Joe precisava de ajuda. E muita. E eles ainda acreditam que Caroline é a mãe deles. Joe nunca contou nada sobre Demi. Ele não quer que tenham esperanças demais.
- Mas e se ela acordar? O que acontece? Demi não vai ter Joe, nem as crianças? Mas que idiotice é essa?
- Nossa, não sabia que tinha se tornado tão agressiva  - Miley riu. – Por que ainda finge que se importa?
- Eu me importo.
- Ah, está na cara que sim.
- Por favor – Nick disse. – Chega. E então? O que vai ser agora?
- Eu preciso vê-la. – Selena falou rapidamente, com medo da resposta.
- Não pode voltar para Los Angeles – Miley interferiu.
- É claro que posso. Eu já disse. Não cometi nenhum crime. Sou uma cidadã livre. Tenho os meus direitos.
- Talvez. Mas se depender de mim, Selena, você não vai ver aquela família nunca mais. – Miley continuou.
- E por que não?
- Você ainda não sabe?
- Escuta, Miley, eu não sei exatamente o que você tem contra mim, mas você não pode tirar as pessoas importantes da minha vida. Não tem autoridade para isso.
- Eu sinto muito, Selena. Mas eles também são importantes para mim. E eu não vou deixar você machucá-los novamente. – ela se levantou e foi até a porta. Nick foi atrás dela. Ele olhou para trás antes de passar pela porta.
- Até que provem o contrário, você ainda está morta. – E fechou a porta. Selena olhava para ele com lágrimas nos olhos. Como havia chegado a este ponto?