23 de jun de 2012

Angeline


 Angeline
The story of a guy that figured out love
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“Bom dia! Muito atrasado?” Cumprimentei os outros integrantes da banda, que, como sempre, faziam cara feia para mim. “Só um pouquinho.” Um deles respondeu, irônico. “Ok. Temos muito o que fazer. Podemos começar?” Harry, meu melhor amigo, e guitarrista da O.F.G., nome dado por mim, mas apenas aceitado pelos outros, franziu o cenho e perguntou: “Escuta, Scott, sei que está muito.” Louis o interrompeu. “Até demais.” Harry continuou: “Entusiasmado com essa coisa toda de turnê, e blá-blá-blá, mas nós conversamos, e achamos melhor ir com calma. A música é só um passatempo para nós. E, se não concordar, talvez possa seguir carreira solo...” Enquanto Harry falava algo sobre carreira solo e potencial, eu olhava completamente distraído para o outro lado da calçada. Estávamos assentados em cadeiras brancas, e mesas com toalhas de mesma cor, em um tradicional restaurante na cidade de Bakersfield, na Califórnia. Ela estava lá. Com aquele vestido vermelho esvoaçante, e sapatilhas cor da pele. Tinha o cabelo solto, que voavam com a brisa. E eu estava hipnotizado antes que pudesse perceber. E eu estava apenas confuso. Ela era tão linda, mas ao mesmo tempo tão... misteriosa. Era como se anjos beijassem seu rosto. Não podia ver seus olhos, mas ela sorria largamente quando olhou para mim. E, por um longo momento, eu parecia estar perdendo o fôlego.

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“It's 4 AM, I can't rest. It's all your fault, yeah, I guess that I'm just falling, I'm falling awake.”

São 4hs da manhã, não consigo dormir. É tudo culpa sua, sim, acho que só estou sonhando, sonhando acordado.

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Bem, por mais estranho que pareça, me apaixonei por uma completa estranha hoje pela manhã. E não a consigo tirar da cabeça. Talvez seja mesmo só um sonho.

Fui até a cozinha, tentando tirar aquela imagem de perfeição de minha cabeça, e olhei para o relógio. Quatro horas. Da manhã. Foi aí que percebi o que ela realmente havia feito. Um estrago no meu peito. Eu nem sabia seu nome, não sabia absolutamente nada sobre ela. Só sabia que tinha me apaixonado, e que a desejava e precisava dela mais do que tudo. Também sabia onde a vi, e quando. E isso era tudo.

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“How could I ever forget that place and that time?” 

Como poderia esquecer aquele dia e lugar?

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O tempo se passou, e me sentia cada dia mais apaixonado. As vagas memórias daquela garota passavam como apressados relâmpagos pela minha mente. Tudo era relativamente normal, exceto pela compulsiva paixão que sentia por uma completa estranha. A estranha de cabelos dourados que voavam com o vento. A estranha mais linda já conhecida por qualquer um na face da terra.

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Em uma comum manhã de domingo, voltei ao restaurante em que a vi pela primeira vez, até então. Não sabia exatamente o que fora fazer ali. Talvez buscar alguma pista de onde ela possa estar. Mas muito provavelmente tentava reviver aquele momento. Perder o fôlego novamente, e me apaixonar uma segunda vez. Mas dessa vez, não deixaria um ponto de interrogação me dominar, e nem um vazio em meu peito. Iria até ela, e resolveria tudo.

Enfim... Naquela manhã de domingo, quando quase dois meses haviam se passado, e, praticamente acreditava que não poderia nunca revê-la, isso aconteceu. Desde a última reunião com a banda, quando tudo foi desfeito, e resolvi levar minha vida por outro caminho, quando a vi, e me apaixonei, nunca mais voltara ao tal restaurante de toalhas brancas. Isso me fez perceber que, talvez, ela frequentasse aquele lugar. Por causa deste pensamento, me forcei a não falar com ela enquanto a observava a alguns metros de distância ainda mais linda do que na primeira vez. Ela lia um romance de Nicholas Sparks, e acho que percebeu que eu a estava observando, porque olhou para mim com um sorriso um pouco menor do que o primeiro, mas ainda assim sorria. Novamente, como se pudesse imaginar e forçasse meu corpo a obedecer, perdi o ar e olhei no fundo de seus olhos, por mais longe que estivessem.

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Durante os dois domingos seguintes, fui até o restaurante com a esperança de encontrá-la, e sempre o fazia. Ela sempre estava lá, lendo um livro, na mesma mesa de sempre. Às vezes me fitava, como se soubesse meu estado apaixonado, e sorria. Então, de repente, no terceiro domingo, ela veio até minha mesa, e perguntou se podia se assentar. Assenti com a cabeça e ela tomou o lugar ao meu lado. Fitou o chão sem tirar o sorriso característico dos lábios e depois olhou para mim. “Acho que só olhares não são mais suficientes.” Ela sorriu. “Qual o seu nome?” Completou. “Scott. Scott McKinley.” “Prazer. Angeline.”

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“When you're here I have everything, my sweetest Angeline.

What ever this life may bring, your hand will be in mine.”

Quando você está aqui, eu tenho tudo, minha doce Angeline.

Seja como for essa vida, sua mão estará na minha.

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Acho que, depois de três anos juntos, o mínimo que poderia fazer é pedi-la em casamento. Afinal, nos amamos e quero tê-la para sempre, assim como quero que ela me tenha. Então, no nosso dia, no nosso lugar, fiz o pedido. Uma manhã de domingo. O restaurante de toalhas brancas estava relativamente cheio no dia escolhido. Meados de julho. Ela usava um vestido branco cuidadosamente bordado à mão. Pequenos desenhos de flores na borda. Era meu aniversário, e o presente que queria era um sim, e um beijo, quem sabe.

Como disse, o restaurante estava cheio, e quando me ajoelhei em sua frente, ela levou a mão à boca, e sentia olhares pousados sobre nós. Sorri com a ideia de testemunhas presenciando um momento tão bonito. Mas, para ser sincero, estava tão nervoso que nem percebi que uma lágrima escorria de seus olhos. Comecei, finalmente, a dizer: “Ei, Angel, você se lembra de quando nossos olhos se encontraram pela primeira vez? Acho que não sabe, mas foi como se eu estivesse perdendo o fôlego. Você vestia um vestido vermelho, do qual eu nunca me esqueci. E sorriu para mim como se eu fosse a última coisa à qual pudesse se apegar. Quando você está aqui, eu tenho tudo, minha doce Angeline. E seja como for essa vida, sua mão estará na minha. Às vezes, as estrelas se alinham e eu sinto isso. Por isso, eu quero te fazer um pedido.” Tirei do bolso de trás da calça, uma pequena caixinha de veludo, e abri a tampa para que Angeline pudesse ver o anel de brilhantes. “Angeline Vega, casa comigo?” Ela sorriu, boba, finalmente retirando sua mão da boca. “Eu seria uma idiota se dissesse não.” Ela praticamente pulou nos meus braços e me abraçou tão forte que realmente pensei que eu fosse a última coisa à qual ela pudesse se apegar. Ouvíamos os aplausos e gritinhos, e até soluços característicos de um choro compulsivo vindos da plateia. Quando ela me soltou, eu sussurrei para que apenas ela pudesse me ouvir: “Eu prometo que vou te fazer a mulher mais feliz do mundo, e que para mim, você vai ser sempre a menina do vestido vermelho esvoaçante.” E então ela me beijou. Pronto. Já tinha meu presente de aniversário. A mulher mais linda do mundo. Minha mulher mais linda do mundo.

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“We don't come from a dime. But everything will be just fine. It's a 2 hour drive down the road to Anahein. It's my birthday, where we started everything.”

Estamos sem um centavo. Mas tudo vai ficar bem. Estamos a 2 horas de Anahein. É o meu aniversário, onde tudo começou.

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“Tudo vai ficar bem. Ok? Você confia em mim?” Sussurrei para ela. Tive um movimento positivo de cabeça como resposta. O silêncio prevaleceu dentro do carro, e alguns segundos depois ela soltou um som agudo e abafado dos lábios. Provavelmente de dor. “Tudo vai ficar bem.” Repeti, enquanto passava minha mão esquerda no cabelo ondulado dela.

Era meu aniversário, onde tudo começou. Dois anos se passaram, já podia notar alguns fios grisalhos em meus cabelos. Cinco anos e sete meses desde que aquele lugar e aquela data ficaram marcados para sempre em minha mente, e meu coração. Como poderia esquecer? Havíamos nos casado há exatamente um ano e nove meses. Três meses depois do pedido. Agora Angeline esperava nosso primeiro filho. Filha, para ser mais específico. Julianne. A linda Julianne. O pequeno anjinho pelo qual eu seria responsável pelo resto de minha vida. Prometi a mim mesmo que não a deixaria nunca cair. Que nada a faria mal enquanto eu tivesse forças suficientes para respirar. Prometi que a protegeria de tudo. Um braço quebrado, um pesadelo, ou mesmo um coração partido. Prometi a mim mesmo que a amaria mais do que eu fosse capaz de amar alguém. Prometi que ela seria a última coisa à qual eu pudesse me agarrar quando alguma fraqueza teimasse em me destruir. Prometi que a partir deste momento, ela seria a minha vida.

Minha Angel estava no nono mês de gravidez, e a bolsa havia estourado há aproximadamente vinte minutos. Estávamos na estrada em direção à Anahein quando isso aconteceu. Tentei ir o mais rápido possível, mas, em suas condições, não era exatamente aconselhável correr à cento e dez quilômetros por hora, não é mesmo? Acho que não. Então, quando já não aguentava mais ouvir os gemidos e gritos saídos de sua garganta, parei o carro no acostamento e ajudei-a a passar para o banco de trás do carro. Nessa hora, lágrimas já estavam formadas em meus olhos simplesmente porque não aguentava vê-la sofrer. Uma mulher parou o carro do outro lado da pista sem muito movimento, com ocasionais carros passados a cada dez segundos. Ela veio com uma expressão preocupada até nós. Percebi que um homem havia ficado no banco do motorista do carro dela. Ela estava totalmente vestida de branco. Devia ter uns cinquenta e cinco anos. Provavelmente era enfermeira. Agradeci silenciosamente a Deus por nos mandar tal ajuda no meio do nada. Ela apressou o passo quando olhei para ela com lágrimas escorrendo pelas bochechas. “O que foi?” Perguntou. Depois olhou para dentro do carro. “Ai meu Deus, ela está em trabalho de parto?” “Sim.” Respondi. “Há quanto tempo?” “Quase meia hora.” “Olha, se ela não aguentar esperar uma ambulância, o que é bem provável, porque, você sabe...” Ela olhou ao redor. “Vamos ter que fazer o parto aqui.” Completou, e logo depois notou uma súbita sensação de terror e medo nos meus olhos. “Não temos escolha?” Perguntei. “Chamou uma ambulância?” Ela perguntou. Fiz que não com a cabeça. “Esperava seguir viajava até Anahein.” Ela me olhou espantada. “Fica a duas horas.” “Onde é o hospital mais próximo?” “Provavelmente em Santa Clarita.” Ela respondeu. “Isso é muito longe.” “Bem, a não ser que queira ter seu filho em um hospital de cidadezinha de beira de estrada, vai ter que esperar. Ou podemos fazer o parto aqui, agora.” Angeline levantou o pescoço, a agitação e a dor estampados nos olhos verdes. “Desculpa, qual é o seu nome?” Perguntei. “Elizabeth. Banks. Elizabeth Banks.” Não sabia por que motivo, mas esse nome me era familiar. “Por acaso é enfermeira, Elizabeth?” “Sim.” “Tem experiência com partos?” “Uns seis, a vida inteira.” “É o suficiente. Do que precisamos?” “Não é bem assim. Primeiro chamamos a ambulância. Pode esperar um minuto? Tente acalmá-la, Scott.” Ela sorriu enquanto atravessava a pista correndo até o carro.

Tomei um susto. Como ela sabia meu nome?

Ainda estava parado tentando raciocinar quando ela voltou com o celular nas mãos. “Parece que é de família azar com partos.” Considerando que já chorava à essa altura do campeonato, desabei completamente em lágrimas quando ela disse isso. Agora me lembro. Mamãe. “Como ela era?” Perguntei. “A mais linda pessoa que já conheci.” Não pude evitar olhar para Angeline. Será que o acontecimento se repetiria? Não suportaria perdê-la. Nunca fora tão forte quanto meu pai.

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 “And I'm still a mess with that girl in that sundress, as I promised. We'll always be you and me.”

E eu ainda sou aquele confuso com a menina usando aquele vestido, como prometi.  Sempre seremos eu e você.

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Podia não ser o mais forte. Podia não ser o mais puro. Podia não ser o mais santo. Podia não ser o mais belo. Podia não ser o mais sincero. Podia não ser o mais corajoso. Podia não ser o mais amoroso. Mas sabia melhor do que ninguém que eu era o melhor em cumprir promessas.

Era vinte de julho. O nosso dia. Felizmente, as pessoas que resolveram comer no restaurante de toalhas brancas nessa triste manhã de domingo não teriam que suportar a cena passada diante de minha cabeça.

Um caixão de madeira escura foi colocado cuidadosamente em cima de uma espécie de mesa feita especialmente para isso. A igreja tinha um leve ar de felicidade por conta da decoração com flores do campo. As preferidas de Angeline.

Fui até o caixão destampado e toquei sua mão gelada e morta. E então comecei um leve sussurro em forma de uma quase canção.

“Eu prometi que iria te fazer a mulher mais feliz do mundo, e que para mim, você iria ser sempre a menina do vestido vermelho esvoaçante, não foi, Angel?” Parei por um momento para escolher as palavras, apesar de saber que ela não podia me ouvir. “Espero ter cumprido minha promessa. E eu ainda sou aquele confuso com a menina usando aquele vestido, como prometi. Sempre seremos eu e você.”

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Dez anos depois...

“Papai, como a mamãe era?” Julianne me perguntou assentando-se no meu colo. “A mais linda pessoa que já conheci. Ela era... compreensiva, carinhosa, amorosa. Perfeita. Para mim, ela era perfeita.” Ela sorriu com a minha resposta, e logo depois acrescentou: “Papai, você acha que eu tive culpa na morte dela?” Coloquei-a no chão, e olhei abismado em seus olhos. “É óbvio que não, anjo. Como assim? Escuta, sua mãe morreu porque ela era frágil e pequena.” Dei um pequeno sorriso. Ela também.

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As muitas lágrimas que derramei nunca serão capazes de descrever a dor que até hoje sinto. Quando, afinal, essa dor vai passar? Provavelmente, muito provavelmente, nunca.

Depois de encontrar Elizabeth naquela estrada/deserto, tivemos realmente que fazer o parto no carro, por mais apertado que fosse. Julianne nasceu com vida, graças a Deus. Mas Angeline...  Minha doce Angeline. Seja como for essa vida, sua mão estará na minha. E ainda que a vida não seja, você estará para sempre em meu coração.

Só tenho mais uma promessa a fazer:

Em cada segundo que eu pensar em você, em cada momento de fraqueza, em cada ilusão, em cada dia em que o sol nascer e se por, você será minha, e eu serei teu. Para todo o sempre, minha doce Angeline.

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“And I remember when our eyes first met was like taking my first breath. How could I ever forget that place and that time?”

Lembro quando nossos olhos se encontraram pela primeira vez, foi como se eu estivesse perdendo o fôlego. Como poderia esquecer aquele lugar e dia?

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FIM


...

Oi minhas gatinhas.
Bom, a história é a seguinte: o especial super - especial que estava planejado para ser postado ontem não ficou pronto a tempo. Então, eu decidi postar Angeline hoje, e no mês que vem ou em agosto postar o especial, porque tem que ser em um dia específico. Tudo bem para vocês? Espero que sim. bom, como todo mundo parece estar super ansioso para o capítulo 24, vou postá-lo hoje a tarde. Ah, e não esqueçam que hoje sai o resultado do concurso de afiliados! Torçam muito, e não percam essa última oportunidade de pedir votos!
Beijos infinitos!
Amo muito vocês! 
letícia
 

20 de jun de 2012

Episódio 23


The way I love you

Episódio 23 – Casinha de bonecas

Leia ouvindo: [aqui]

Anteriormente, em The way I love you…

“Demi: Vingança. – Miley mal havia acabado de falar quando Demi apareceu na porta à minha esquerda.”

 “Eu quero a Demetria.

Com amor.

Taylor”

Continua...

Demi [aqui] arregalou os olhos, enquanto virava lentamente a cabeça para Joe. Ela via uma lágrima escorrer de seus olhos. De repente, ele agarrou sua cabeça, apertando-a contra seu peito.

Joe: Eu não vou deixar nada acontecer com você. NADA. Entendeu? – Demi soluçava, molhando completamente a camisa do marido.

Demi: Não é possível que tudo vai começar novamente.

Joe: Não vai, eu não vou deixar.

Demi: Mas e a Tiff?

Joe: A gente vai dar um jeito. – Selena [aqui] estava lendo o papel, escorada na bancada da cozinha, com uma das mãos levada à boca.

Sel: Vingança não. – Foi a vez dela de falar.

Demi: Como? – Demi tirou a cabeça do peito de Joe por um momento e olhou para ela.

Sel: Não é vingança que ele quer. Ele quer exclusivamente você. Ele quer ter o que ele não teve no passado, Demi.   – Demi olhou para baixo, pois sabia que Joe a olhava com cara de quem não estava entendendo absolutamente nada.

Demi: Ele matou meu pai, Joe. – disse ainda olhando para baixo.

Joe: O que? – Ao contrário do que Demi pensou que faria, ele disse tão baixo que ela quase não pode ouvir. A chuva começava a cair do lado de fora, e isso dificultou ainda mais. Amy chorava no colo de Selena, que a pegou novamente, depois de colocá-la no sofá para ler o cartão. Demi soluçava novamente.

Demi: Ele matou o meu pai, Joe. – Contrariando ainda mais o que Demi pensava, ele simplesmente fechou os olhos, e respirou tão fundo que Demi quase ficou sem ar. Depois soltou todo o ar lentamente. Uma outra lágrima escorreu dos seus olhos ainda fechados, e Demi passou o dedo indicador em sua face para enxugá-la. A impressão que tinha, era que Joe tentava acalmar sua raiva. Ou juntar toda ela para descontar em Taylor na hora certa.

***

Dianna prometera ficar com Amy durante a suposta troca. Demi [aqui] deu um último beijo em Joe, e foi em direção ao carro. Enquanto saía lentamente pela rua, olhava concentradamente para o retrovisor, as lágrimas incontroláveis escorrendo pelo seu rosto, pescoço, e molhando a camiseta. Mas isso não importava. Joe chorava muito mais do que ela. Mesmo com a chuva pesada caindo, trovões a cada cinco segundos, ela podia vê-lo claramente. E ele chorava.

***

No dia anterior, depois de quase secar toda a água de seu corpo de tanto chorar, e fazer Joe ter que trocar de camiseta duas vezes, receberam uma mensagem de texto no celular de Demi. A mensagem era essa:

“Amanhã, às 18:30. Venha apenas com Selena. Não traga Joe, nem a criança. Ou ela vai virar uma boneca assim como todas as outras. Sabe onde me encontrar. Taylor.”

Demi: Eu definitivamente não sei onde te encontrar! – Demi gritou, entre soluços. Selena, que rodopiava com Amy pela sala, disse:

Sel: Já pensou que talvez você tenha que procurar por outra pessoa?

Demi: Como quem?

Sel: Taylor.

Demi: Mas é exatamente essa pessoa que estou procurando, Selena! – se assentou no sofá, com as mãos nos olhos, e os cotovelos apoiados nos joelhos.

Sel: Existe mais de um Taylor no mundo. Uma Taylor específica pode ser a sua resposta. – Demi pensou que, na maioria das vezes, Selena era completamente doida. Mas, nas horas certas, ela sabia ser exatamente o que precisava. Demi levantou a cabeça.

Demi: Mas como? Sei menos ainda dela do que você.

Selena: Talvez por isso te tenha mandado me levar. Por que outro motivo seria?

Demi: Pode ser. Mas... Porque exatamente Taylor, a mulher, estaria marcando a troca se ele a largaria para me ter, Sel? – quando percebeu a resposta, Demi recomeçou a soluçar. Ele não a queria para tê-la. Mas para destruir o que ele não pôde ter. – Então é isso? Vou morrer nos braços do assassino de meu pai?

Sel: Você não vai morrer, Demi! Você nem vai ficar lá com ele. Tenho certeza de que Joe já bolou um plano.

Demi: É? Da última vez que Joe bolou um plano Taylor nos deixou amarrados em árvores naquela ilha horrenda, e você foi levada embora naquele barco, para depois passar duas horas na... na... É isso, Selena! A casinha de bonecas!  

...

Hey mis amores! Tudo bem?

Desculpa a demora para postar o capítulo... Comentários respondidos...

Confiram a página do facebook [AQUI] do blog... Em breve super novidades sobre a segunda temporada... Tá chegando...  

Não devo postar o próximo capítulo antes de uma mini-fic... VOCÊS ESCOLHEM: ANGELINE OU POSSIBILITIES???

Amo vocês... Comentem! 

Leca. 

 

16 de jun de 2012

Concurso afliados + prêmios concurso seguidores


Concurso afiliados

Boa tarde estrelinhas!

Adivinhem! Hoje tem início o segundo concurso do Let’s celebrate, aqui no blog!

A única regra para participar é ser afiliado ao blog. Sendo assim, as participantes são:

Two worlds collide

Breathe

I’ll never forget you

Better than revenge

Ghost of you

A partir de hoje, votem no seu blog preferido na enquete aí do lado. --->

Só haverá uma vencedora, devido ao pequeno número de participantes.

Os prêmios à ganhadora são os seguintes:

- Layout completo (opcional)

- Entrevista exclusiva

- 2 meses de divulgação

- Direito ao prólogo de uma nova fic
...............

Bem, agora, como prometido, os prêmios ao concurso de seguidores:
Primeiro lugar
- Layout completo exclusivo (opcional)

- 2 meses de divulgação

- Entrevista exclusiva

- Direito a uma mini-fic em parceria comigo

Segundo lugar
- Cabeçalho exclusivo para seu blog (opcional)

- 1 mês de divulgação

 - Direito ao prólogo de uma nova fic

Terceiro lugar
- Cabeçalho exclusivo para seu blog (opcional)

- Duas semanas de divulgação.

Boa sorte a todas, e não deixem de votar e pedir votos!
Beijinho!
Letícia.

14 de jun de 2012

Episódio 22


The way I love you

Episódio 22 – Terror ao fim da rua

Anteriormente, em The way I love you…

“-Senhorita, se acalme. Podemos ir até aí. Tentar resolver as coisas.

- Tudo bem... Mas venham logo.

Desligou o telefone, desesperada.”

 “Demi: Exatamente. Ele foi encontrado morto. O culpado nunca apareceu. Liga os fatos, mamãe. Ele não morreu por acaso, com certeza não. Acontece que Taylor era, ainda é, na verdade, obcecado por mim. E papai sempre foi excessivamente protetor. Mas Taylor é agressivo, e nem um pouco confiável.

Dianna: Você não acha que...

Demi: Eu tenho certeza, mãe. Taylor matou o papai.”

Continua...

Dianna: - em um ato perfeitamente compreensível, ela levou a mão à boca. – Tem certeza? Porque... Exatamente que motivos ele teria para isso?

Demi [aqui] : A história é a seguinte: Taylor era apaixonado por uma tal Demetria Lovato. Seu pai, Patrick, nunca gostou do rapaz, porque era estranho e perigoso. Sua filha, além de tudo, tinha apenas 13 anos. Então Patrick proibiu Taylor de se aproximar dela. Ele ficou furioso, e matou o cara.

Dianna: Quem te disse isso?

Demi: Nick. Ele descobriu por uma amante, eu acho, do Taylor. Acho que ela também chama Taylor. Parece que no meio do caso de contrabando que ele estava defendendo Taylor, ela descobriu que ele era casado, e contou pro Nick, que abandonou o caso.

Dianna: Ele nunca te contou?

Demi: O maior medo dele era que isso tudo que aconteceu acontecesse.

Dianna: Alguém ainda não sabe?

Demi: Sim. Joe. Não contamos para ele.

Joe: Não me contaram o que? – ele entrou na sala, com ar de curiosidade, mordendo uma maçã.

Demi: Joe, quantas vezes eu vou ter que repetir que no momento certo você vai saber? Meu Deus, que insistência!

Dianna: Seja paciente com ele, meu amor. Ele só quer saber a verdade.

Joe: Preciso voltar lá pra fora?

Demi: Não, não. Senta aqui comigo, vem. – ela bateu no sofá de leve.

Dianna: Bom, tirem o dia para vocês. Acho que vou precisar de uma boa aspirina para engolir essa história.  – Ela foi andando em direção à escada.

Joe: Então... Não vai me contar?

Demi: Ainda não. Mas você vai saber. Só tenho medo do que você possa fazer. Do jeito que é louco...

Joe: Ei! – Demi ri e encosta a cabeça no ombro dele.

Demi: Eu te amo, sabia?

Joe: Sim senhora. Eu também te amo, Demetria. Mais do que você imagina. – ela sorriu, mas olhava para o chão. – Ei, olha para mim. – Demi o fez. – E os pequenos? – Demi apontou para sua barriga como se perguntasse: “Esses pequenos?” – Esses mesmos.

Demi: Estão bem, graças a Deus. E parece que vão ficar bem para sempre. – ela sorri. Joe a beija. Mas, no meio do beijo, ouvem um estrondo. Não um estrondo comum, como o barulho de algo quebrando. Um estrondo conhecido por eles. Um tiro.

Joe: Fica aí. – ele gritou, indo até a porta. – Ai, meu Deus, veio do fim da rua. – Demi se levantou bruscamente e saiu gritando da casa:

Demi: TIFFANY! – ela corria pela rua em direção à última casa da rua sem saída. Antes de chegar à casa, viu um vulto correr em direção à mata que impedia a continuação da rua. – Tiff! – Joe corria atrás dela. Quando Demi viu um pequeno furo na parede alaranjada da sala, desabou de joelhos no chão e começou a chorar. Joe não parou de correr por entre os cômodos, e alguns minutos depois voltou com a pequena Amy nas mãos. Demi permanecia assentada no chão, porém agora falava com alguém ao telefone. Quando viu Joe chegando com Amy, balançou os ombros e Joe respondeu:

Joe: Nenhum dos dois está aqui. – À essa hora Selena [aqui] também já havia chegado à casa.

Sel: Me dá ela, Joe. – disse, pegando o bebê no colo. Demi se levantou, e andou até a cozinha, possivelmente procurando por água. Foi quando viu um pequeno papel meio amassado no balcão. O bilhete, escrito em uma letra estranhamente feminina, dizia o seguinte:

Assim como cada segundo foi importante uma semana atrás, cada segundo será importante a partir de agora. Não quero dinheiro em troca de Sterling e daquela louca que só sabe chorar. Quero somente uma coisa. E não vai ser difícil para vocês de se conseguir.

Eu quero a Demetria.

“Com amor.”

 Taylor

 ...

Hey meus anjinhos!

Tudo ok?

Vocês tem que admitir: eu tô dando uma melhoradinha com a pontualidade, não tô? ahsuahsua Tô tentando, pelo menos! Comentem muito nesse capítulo, e , quem não comentou no anterior pode também! ahsuash

Bom, acho que não tenho mais nada pra falar hoje! Espero que tenham gostado. Devo postar o próximo capítulo em dois dias, tá legal?

Amo muito vocês!

Letícia. 

 

12 de jun de 2012

Episódio 21



The way I love you

Episódio 21 – O segredo

Parte II


Anteriormente, em The way I love you…

“Taylor S.: Eu fiquei sabendo do tal segredo. É verdade? Tudo aquilo... Sobre a tal de Demetria... O pai dela. É verdade?

Taylor: Sim... É verdade.”

 “Nesse exato momento, uma moça alta e bonita, entrou na sala. Muito elegante, veio sorrindo até nós. Me levantei e estendi uma de minhas mãos.

[...]

Miley: Ok, meninas, desculpem-me a demora.”

Continua...

Selena on

Miley: Então essa é a história?

Selena: Sim. – respondi, logo após contar para ela o caso todo. Desde a hora em que fui presa no quarto até a hora em que o barco branco chegou para nos buscar.

Miley: O que eu acho mais estranho é ele ter feito tudo com a maior tranquilidade. Parece que não estava nem aí para as consequências.

Demi: Vingança. – Miley mal havia acabado de falar quando Demi apareceu na porta à minha esquerda.

 Miley: Como assim?

Demi: Antes de tudo, sou Demetria. – ela estendeu uma das mãos para cumprimentar Miley. – Prazer.

Miley: O prazer é meu. Miley. – Demi se assentou na cadeira vazia ao meu lado. Seus olhos estavam vermelhos, e ela estava visivelmente cansada e com cara de quem andava chorando. 

Demi: Ele só queria vingança. Ou talvez uma segunda chance. – Ela olhou para mim. – Selena, Nick me contou tudo. Passei a noite no hospital com ele e Joe. Ele não escondeu nada.

Sel: É por isso que estava chorando? – ela riu.

Demi: É por isso. – sorriu. – Acho que se eu tenho o direito de saber, você também tem. Todo mundo tem. Com certeza isso envolve mais a mim do que a qualquer outra pessoa, mas todo mundo vai saber na hora certa.

Sel: Eu não acredito que não vai me contar, Demetria! – cruzei os braços.

Demi: Eu disse isso, por acaso?

Sel: Não exatamente.

Demi: Bem, eu tenho que ir. – ela se levantou arredando a cadeira para trás. – Minha mãe vem me ver, quando voltarmos para L.A. Eu quis contar a notícia mais dolorosa da vida dela pessoalmente. Dallas também vem. Provavelmente vai querer vê-la, não? – Ignorei o comentário sobre Dallas, e perguntei, preocupada.

Sel: A notícia mais dolorosa da vida dela?

Demi: Sim. – Demi respondeu, e foi embora.

Sel off

***

Algumas horas mais tarde, na delegacia...

Miley: Ele está lá dentro? – perguntou a um dos guardas que ainda tinham vida, e este respondeu com um movimento positivo de cabeça. Miley foi em direção a um pequeno corredor, onde algumas grades encardidas eram visíveis do lado de fora. De repente, parou em frente a uma delas. – Então você é o delinquente. – ela procurava algo em uma prancheta. – Liam Hemsworth. Muito prazer Liam. – ele provavelmente procurava algum tom sarcástico no tom de voz dela, mas Miley falava sério.

***

  Alguns dias depois, todos já haviam voltado para Los Angeles, como exceção de Zac e Vanessa, é claro. Liam fora transferido para uma delegacia da cidade, onde ficaria até o julgamento. Dianna, Dallas e Madison acabavam de chegar do Brasil. Demi as fora receber no aeroporto. 

Demi: Mãe! – correndo por entre pessoas, malas, guardas e carrinhos, ela abraçou Dianna tão forte, que as duas pareciam poder cair a qualquer momento. Ela chorava, e isso era evidente. – Eu senti tanto a sua falta, mãe...

Dianna: Ei princesa, você só passou meses longe de mim. Isso não é nada para quem já passou mais de três anos sem ver a mãe. – Demi a afastou, segurando seus ombros.

Demi: Eu nunca passei três anos longe de você.

Dianna: Ah, não é? Ainda bem. – Demi se soltou do abraço da mãe e foi abraçar as duas irmãs.

***

Dianna: E então filha, qual era o tal segredo mega importante afinal?  Você me fez vir aqui para isso, não fez?

Demi: Sim. Bem, eu acho que não vai ser fácil para você ouvir isso, porque para mim não foi. Eu... acho que a gente podia falar sobre isso em algum lugar mais privado, né? – Joe olhava para ela com cara de bobo sentado na poltrona em frente ao sofá em que estavam. – JOE!

Joe: Ah, eu, desculpa... Já to indo, senhora Jonas. – Demi deu uma risadinha e mandou um beijo no ar.

Demi: Te amo, Joseph!

Joe: Eu que te amo mais! – ele gritou, aparecendo uma última vez na porta que dava para o quintal.

Dianna: Então...

Demi: Claro, o segredo. – ela limpou a garganta. – Por onde começo? É... Vamos lá, Demetria, você consegue. Já passou. – Dianna riu.

Dianna: Nossa, é algo tão grave assim, pra essa preocupação toda? – ela ria.

Demi: Mãe, é sério. Você não vai gostar de saber.  – Dianna bem que tentou manter a postura séria, mas soltava uma risadinha de vez em quando. – Ok, vamos lá... Mãe, você se lembra de quando nós passávamos férias em Vancouver, quando nós éramos pequenas?

Dianna: Claro. Como iria esquecer? Foi em uma dessas férias que seu pai morreu...

Demi: Exatamente. Ele foi encontrado morto. O culpado nunca apareceu. Liga os fatos, mamãe. Ele não morreu por acaso, com certeza não. Acontece que Taylor era, ainda é, na verdade, obcecado por mim. E papai sempre foi excessivamente protetor. Mas Taylor é agressivo, e nem um pouco confiável.

Dianna: Você não acha que...

Demi: Eu tenho certeza, mãe. Taylor matou o papai.

...

Hey minhas gatinhas!  

Finalmente postei a segunda parte hein? - Ok! Podem me matar agora!- Tô brincando... Não me matem não, please!

É... eu não ia postar TWILY esse mês, mas vi que estava sendo muito má, e então resolvi postar normalmente, mas com os adicionais do Let's celebrate... Tem tag nova respondida lá me cima...

Participem dos concursos... Vou anunciar os prêmios provavelmente ainda essa semana... O concurso de afiliados vai ser na terceira semana do mês, porque essa é semana de provas, e eu provavelmente não vou poder acompanhar. É... acho que só isso.  

Obrigada pelo carinho de cada uma de vocês!
Ah, amanhã eu devo postar uma outra mini-fic, Angeline. OU o capítulo 22. O que vocês preferem? De um jeito ou de outro eu vou acabr postando tudo, só que em dias diferentes. respondam nos comentários!

Amo muito, muito, muito vocês meus anjinhos!

Beijo!

Leca.

2 de jun de 2012

Divulgações

Oi de novo, minhas brigadeiras com glitter (???)
Ok... Back to real life...
É... eu fiquei de divulgar um blog muito especial, mas acabei esquecendo... ( Sou lovatic, ok? :D)
Então aí vai...
Love never dies ( o blog da Bruninha)...


Bom, agora, eu quero divulgar um blog muito especial e muito divo...
http://makeitrightjemi.blogspot.com.br
Pode entrar e seguir porque vale MUITO a pena...
Pelo que eu entendi, são diversas fics de poucos capítulos... Exatamente do jeito que eu gosto...
Eu simplesmente me apaixonei no minuto em que li a sinopse de Make it right.

 
Beijos com 200 kg de glitter ( esses são beijos à la Maria Paula, né Mah?)
Amo muito isso aqui, e a vocês mais ainda!
Letícia.