13 de abr de 2012

Episódio 19


Se puder, leia o capítulo ouvindo a música Stay, da Miley Cyrus.

The way I love you
Episódio 19 – Apenas permaneça na realidade
Selena on
Depois de toda aquela confusão, finalmente chegamos à delegacia. Quer dizer, eu e Ash. Porque Vanessa estava no hospital com Demi. Segundo ela, já não sentia tanta dor quanto no começo da tragédia, mas ainda assim foi. Agora estamos aqui, tentando esclarecer os fatos, e saber notícias.  
Dr. Flynn (Delegado) : Selena, pode por favor descrever como chegou até a ilha?
Sel: Eu sozinha, ou com os outros?
Dr. Flynn: Perdão?
Sel: Quer dizer, primeiro Taylor levou eu, Demi, Nick e Joe até lá. Depois amarrou os três em árvores, como eu disse. Mas eu não fiquei lá com eles. Ele foi embora e me levou junto, e disse que ia me matar. Quando perguntei o porquê, ele simplesmente disse que eu sabia seu segredo. Mas na verdade não sei. Então fiquei me perguntando por que ele não havia levado Nick, porque ele tinha certeza que ele sabia, e sim eu.
Dr. Flynn: Realmente muito estranho. Ele disse mais alguma coisa?
Sel: Não que eu me lembre. – Nesse exato momento, uma moça alta e bonita, entrou na sala. Muito elegante, veio sorrindo até nós. Me levantei e estendi uma de minhas mãos.
Miley: Miley Ray Cyrus. Muito prazer. – Ash também a cumprimentou. – Ray, acho que já pode ir. Já deu a hora. – O delegado se levantou. – Te vejo amanhã?
Dr. Flynn: Amanhã.
Miley: Ok, meninas, desculpem-me a demora.
Sel off
***
Demi: Joe!
Enfermeira: Senhorita, por favor, fique calma!
Demi: Não! Joe! Joe, fala comigo! JOE! – ela chorava desesperadamente enquanto o levavam para a sala de cirurgia. – Joe! – Quando finalmente aqueles médicos passaram pela porta levando a maca, ela desabou no chão, escorregando pela parede fria, enquanto pronunciava o nome do amado. Com as mãos no rosto, colocou a cabeça no meio das pernas. – Me desculpa... Me desculpa não ter ido no seu lugar... Me desculpa ter sido tão egoísta... Me desculpa... Só não me deixe, Joe. Não me deixe. Você prometeu que seria para sempre... Me desculpa... Me desculpa. – Lentamente, foi baixando o tom de voz, e chorava cada vez mais. Alguns enfermeiros que passavam pelo local a ajudaram a se levantar e a levaram para fazer uns exames.
(...)
Van: Demi? Demi... estou entrando.
Demi: Claro. – ela respondeu ainda com as mãos no rosto.
Van: Eu sinto muito. – Vanessa foi até a amiga, que olhou para ela. Uma lágrima solitária escorreu pelo seu rosto. – Eu sinto muito.
Demi: - ela não disse nada. Obviamente tentava conter o choro, que vinha com uma força incontrolável. Passou uma das mãos no cabelo, e já não conseguia mais segurar o choro. Vanessa a abraçou, e ela disse entre soluços – Ele prometeu que seria meu príncipe encantado para sempre. Agora tudo o que me resta é a realidade.
Van: Então permaneça na realidade.
Demi: Eu não consigo. Eu aprendi a viver um conto de fadas. Eu aprendi a amar incondicionalmente. Eu aprendi a ser feliz. Agora... O que faço sem meu professor?
***
Oi minhas florzinhas!!!
Sorry, sorry, sorry por não ter postado esses dias... Mas eu avisei que teriam que ter paciência comigo! Bom, acho que não tenho muito o que falar hoje... Só obrigada! Por serem tão incríveis.
Desculpa pelo tamanho do capítulo... Mas vou tentar recompensar vocês postando mais rápido o próximo!
Ah, gostaram do novo design no blog? Espero que sim!
Comentem...
Amo vocês!
Letícia...

31 de mar de 2012

Episódio 18

The way I love you

Episódio 18 – Motivos
Selena: Estamos tentando pensar que acabou a um bom tempo. Pelo menos eu e Nick.
Ash: É, só se for você e Nick mesmo, porque eu estou nessa só tem um dia. – Selena riu, mas voltou a ficar séria quando percebeu a seriedade no rosto da irmã.
Policial: Explique melhor. Como assim só você e Nick?
Sel: Quer dizer, Nick é advogado, certo?
Policial: Continue...
Sel: Pois é... Ele defendeu Taylor Lautner uma vez, quando o prenderam por contrabando. Mas parece que ele descobriu algo sobre Taylor. Algo bem sério, porque largou o caso.
Policial: Sim...
Sel: E Nick nunca quis me contar o tal segredo. Dizia que era perigoso, ele poderia vir atrás de mim.
Policial: Você não tem nenhuma idéia do que se trata?
Sel: Não. Nenhuma.
Policial: Entendo... Bom, o barco já deve estar chegando. É melhor conversarem sobre isso diretamente com o delegado.
Sel: Tem razão.
Policial: Com licença.
Sel: Toda. – respirou fundo e foi se sentar ao lado de Demi, que consolava Vanessa. – Dems, podemos conversar?
Demi: Claro. O que foi?
Sel: Ainda dói? Digo, a barriga.
Demi: Sim, mas menos do que antes, com certeza. Mas... não é minha barriga que dói. É um pouco mais abaixo. – Ela disse, com um olhar completamente frustrado, e colocou uma de suas mãos abaixo do umbigo.
Sel: Devia ter ido com eles, Demetria.
Demi: Por quê? – parecia querer chorar, e em seus olhos se podia ver claramente indignação. – Para sofrer mais vendo os meninos machucados, Zac lá estirado? – ela fitou Vanessa, que voltara a chorar.
Sel: Acha que não estamos sofrendo só de saber que talvez eu possa nunca ver os meus pequenos, Demi? Não é fácil para nós. – ela levantara o tom de voz.
Demi: Mas não é tão difícil para vocês quanto é para mim. – ela competia na altura da voz, com Selena. – Meu maior sonho sempre foi ser mãe. E agora, vendo que o pai dos meus filhos pode não ser mais pai... Nos dois sentidos, Selena. Nos dois. Tanto pode não ter filhos para ser pai, quanto os filhos podem não ter um pai. Isso está me matando por dentro. Minha vontade é de tomar aquela arma da mão do policial e atirar no meu peito.
Sel: Não diga isso.
Demi: Eu digo. Eu digo, porque eu cansei. Cansei de sofrer. Cansei de viver desse jeito. Parece até que minha vida é bipolar. – Selena deu uma risada abafada. – Uma hora tudo é perfeito, na outra é um desastre. Acha que quero continuar vivendo assim? Eu acho que não.
Se fazem alguns minutos de silêncio. Cada uma pensando no que a outra havia dito, e Vanessa chorando. Ashley conversava com um dos policiais, quando avistam um barco se aproximando da ilha. Finalmente, o socorro.
***
Tiff on
Tiff: Amy? Amy? Ster? Oi… Tem alguém em casa? – Por que nessas horas a gente sempre pensa no pior? Mas que era estranho era. Sterling disse que ficaria com Amy até eu voltar. Bom, talvez ele tenha saído com ela. Foi dar uma volta, não sei ao certo. Decidi ligar.
-Alô!
-Ster? Que lugar é esse? Que barulheira!
-Não posso falar agora, meu amor. Só... fica bem. Eu te amo, não importa o que aconteça! – Antes de ele desligar, pude ouvir um estrondo, e o telefone cair no chão. Isso foi tudo. Corri, em um ato desesperado, até o quarto de Amy. Ela estava lá, dormindo como um anjo. Um perfeito e inocente anjo. Me desmanchei, no chão do quarto, caindo sentada sobre o tapete creme felpudo. Como todas as vezes, eu chorava. Peguei o telefone, de repente, e disquei o número de Demi. Ninguém atendeu. Liguei novamente. “Oi, aqui é a Demi, por favor, deixe seu recado após o sinal, biiip.”. Foi aí que me toquei que não tinha falado com nenhum deles todos esses dias. Foram apenas quatro dias, mas não tinha falado com eles. Acho que estava curtindo ser mãe ao lado do meu... marido. Chorava, e chorava, e chorava. Tudo é tão monótono por aqui: só choramos. Sempre.
***
Hey meus amores!
Estou muito feliz de estar aqui de novo postando The way I love you. Acho que tive um pequeno surto...
Enfim, estou tentando arrumar mais tempo para postar, então sejam paciente comigo, ok? Se eu não postar muito esse mês de abril. Acho que estou enlouquecendo. Devem saber porque. Vou tentar postar Possibilities o mais rápido possível. Ainda não sei o que está acontecendo, mas toda vez que eu tento postar dá problema.
Espero comentários. Odeio cobrar isso, mas tenho que saber o que estão achando... Vou passar a respondê-los nos comentários mesmo, tá?
Beijo! Até breve!
Lifewear... ou, quem quiser me chamar pelo nome, ficarei feliz!

28 de mar de 2012

Recado

Oi meus amores! Passei aqui rapidinho só para dizer que eu amo vocês!
Nunca se esqueçam que cada uma - ainda que não sejam  muitas - tem um lugar especial no meu coração.
E bom, decidi finalnalmente, que não vou fechar o blog. Eu vou dar um jeito de arrumar mais tempo para postar, e logo logo tenho uma surpresa super especial para vocês. Que aí gosta de fics interativas vai amar!
Como prometido, postarei possibilities ainda hoje. Mas não fiquem bravas comigo se isso não acontecer, porque o Blogger está dando uns probleminhas!
Amo vocês de todo o coração, e obrigada por serem incríveis como são!
Um beijo do tamanho do mundo e mais um pouquinho,
Lifewear...

12 de mar de 2012

Mini-fic

Hideaway

“Típica tarde de verão de uma escritora. O sol bate fraco, quase imperceptível, na calçada limpa e clara da esquina movimentada em Londres. Starbucks. Cappuccino tradicional. Brownies. Um caderno com a capa florida. Palavras. Novecentas e setenta palavras de consolo para uma vida quase solitária. A bolsa empanturrada de livros grossos e novos, lenços de papel amassados e barras de cereais diversos estava aberta sobre a cadeira ao lado. Romances de antigos e experientes escritores. Leitura planejada há tempos. Tempo era o que mais faltava.”

4 de março de 2012

Londres, Inglaterra

Lembranças de uma vida vivida da melhor maneira possível. O problema é: nesses tempos de hoje, o melhor não é mais aceito, nem mesmo serve para alguma coisa. Mas nós dois vivemos da melhor maneira, e vivemos felizes. Só faltou o para sempre para ser perfeito.

22 de janeiro de 2008

Londres, Inglaterra

Não era sonho. Era a pura realidade. Isso não soa muito poético, ou otimista, mas é a verdade. As vagas e passageiras lembranças de nós dois reapareceram ontem. Sonhei com ele novamente. Só que não era sonho, era realidade. E assim que acordei, me lembrei dos bons momentos, daquele tempo não tão distante em que éramos perfeitos juntos. Quando as pessoas diziam que fomos feitos um para o outro. Hoje faz exatamente um ano. Talvez por isso tenha me lembrado. Mas não se preocupe: já estou conseguido esquecer novamente. Só é... Complicado. Muito complicado.

 15 de janeiro de 2006

York Shire, Inglaterra

- O que me diz? Emma? Está tudo bem? – com uma das mãos levada à boca, uma lágrima escorria pelo meu rosto.

- Sim... Sim... Claro! – sorri, aceitando o pedido, e logo depois o abracei.

- Não seja tão dramática, Em.  – ele ria da minha expressão. Ainda ajoelhado, pegou minha mão direita e colocou no dedo anelar um lindo anel de brilhantes. Fiquei impressionada com a incrível capacidade dele de ser perfeito. E sorri.

- É só meu jeito de ser. – sorri. Ele se levantou, mas continuava rindo. Cada vez mais.

- Você não consegue ficar um minuto sem ser tão filosófica, não é?

- Não sou filosófica.  – fiz uma careta – Credo! Odeio filosofia! Eu sou poética, e... Amante da vida. Das palavras, do amor. De você.

- Viu? Só você. E... Amante do amor? De onde tirou isso, Em? – bati na minha cabeça com a mão fechada, e ele riu.

- Então... Aonde quer ir hoje? Fazer alguma coisa? Talvez... Jantar? – ele sorria. Aquele sorriso mais lindo do mundo. Me fazia delirar a maior parte do tempo em que estava perto dele.

- Claro. Pode ser divertido.  Não, não... Perdão. Vai ser divertido. Porque vai ser com você. – Ele riu.

- Você é louca, Emma.

- Sou mesmo. – sorri. Era tudo o que eu sabia. Sorrir.

7 de março de 2006

York Shire, Inglaterra.

- Como assim já está tudo pronto, Em? Nesse tempinho de nada que estive fora você já preparou tudo para o casamento?

- Sim. Eu sozinha não, na verdade. Rosie fez a maior parte, mas já está tudo pronto. – Estranhei. Ele não parecia muito contente com a notícia. – Shane? Por que não está feliz?

- Não... Estou feliz. Muito. É só que... Quando te pedi em casamento, não pensei que fosse tão rápido. Quer dizer, não acha que somos muito novos? Você só tem dezoito.

- Não. Não acho Shane. Se isso é real, não tem porque esperar.

- E se... Não for real?

- Como assim? Você quer dizer que não me ama?

- Não, Em. Não estou dizendo isso. Só acho que podíamos esperar mais um pouco. Talvez até você terminar a faculdade.

- Mas faltam três anos.

- Eu sei.

8 de abril de 2006

York Shire, Inglaterra

Algum tempo se passou. Pouco tempo, na verdade. Mas pouco tempo é suficiente para mudar tudo. Seu destino. Seus sonhos. Seus planos. Sua vida. E nós não fomos diferentes: pouco tempo foi suficiente para mudar tudo.

Agora estou aqui. Solitária e sonhadora. Esperando que algum dia ele volte, e tudo mude novamente. Esperando que ‘talvez’ se torne ‘com certeza’. Esperando que tudo volte a ser como era. Esperando que tudo tenha sido apenas um grande e aterrorizante pesadelo. Esperando uma resposta para tudo, ou para qualquer coisa. Esperando. Esperando.

22 de janeiro de 2007

                                                                                                                                                       Londres, Inglaterra

Nada se compara ao que aconteceu hoje. O que era uma espera, a falta de uma resposta, a esperança de ter sido só um pesadelo, se tornou um pesadelo real. A pior notícia que alguém pode receber. Recebi. Sem chão, sem vida, sem mundo, sem você. Eu te encontrei. E te perdi. Eu vivi da melhor maneira. Mas a melhor maneira não foi suficiente. A melhor maneira era você. A melhor e a única maneira. Mas se foi. Se foi sem deixar rastro. Morreu meu coração. Morreu junto com você.

Me lembro daquele verão. Um amor de verão. Um amor que pensávamos ser passageiro, mas não foi. E as pessoas diziam: tolice. Mas eu gostava de você. Não me importei. Você roubou meu coração,eu não queria de volta. Mas você insistiu. Agora atenda o telefone, quero ouvir sua voz novamente. Impossível. A palavra mais odiada da minha listra negra. Aquele amor de verão com meu melhor amigo, sabe? O que se tornou amor de vida. Agora se foi... Ainda te espero. Pacientemente. Mas volto a usar minha lista negra. Agora em quase tudo.

04 de março de 2012

 Londres, Inglaterra

Amar você. A única coisa que desejei ter feito da melhor maneira, mas não fiz. Você, meu refúgio, foi quem me amou.

Agora digo: Quando naquele dia vinte e dois de janeiro de 2007, recebi de sua mãe a pior notícia do mundo, meu único desejo foi ter você aqui para me segurar enquanto caia. Você.

Típica tarde de verão de uma escritora. O sol bate fraco, quase imperceptível, na calçada limpa e clara da esquina movimentada em Londres. Starbucks. Cappuccino tradicional. Brownies. Um caderno com a capa florida. Palavras. Novecentas e setenta palavras de consolo para uma vida quase solitária. A bolsa empanturrada de livros grossos e novos, lenços de papel amassados e barras de cereais diversos estava aberta sobre a cadeira ao lado. Romances de antigos e experientes escritores. Leitura planejada há tempos. Tempo era o que mais faltava.

A partir daquele dia, é assim que vivo: me consolando sobre você.
***
 Hey lindas! Vou ser bem breve hoje: Fiquei muito feliz em ver finalmente um comentário de uma pessoa nova aqui no blog... Essa é a primeira das duas mini-fics que vou postar essa semana. Ainda estou me decidindo sobre fechar o blog ou não.
Amo vocês... Quando tiver dois comentários eu posto  Possibilities.
Eu...

9 de mar de 2012

Recado importante. Leiam!

Hey lindas!
Passei aqui para dizer para todas vocês, que estou pensando seriamente em fechar o blog. É uma decisão temporaria, prometo voltar em breve... Acontece que estou escrevendo outras fics, e não estou tendo nem tempo nem criatividade para The way I love you. Além do mais estou decepcionada com vocês! kkk
Mas... Voltando ao assunto... devo fechar essa fic, que talvez continue depois... Porque eu sei que eu não vou aguentar passar tanto tempo longe... Mas antes, devo postar mais duas mini-fics para vocês.
E é agora que vou descobrir se realmente tenho leitoras ou não... SE, mas somente se, cada uma das mini-fics tiver pelo menos dois comentários de pessoas diferentes, e este post um, eu não fecho o blog. Se não... Já me despeço por aqui!
Amo vocês!
Lifewear... e sua carinha de triste! :( ...e sua outra carinha de doida! :p

1 de mar de 2012

Episódio 17

The way I love you

Episódio 17 – No meio da guerra

Um som familiar é ouvido em toda a ilha. Demi, Selena e Ashley estremecem. Uma poça de sangue no chão vai aumentando de tamanho conforme os segundos passam. Segundos. A partir de agora, cada um deles é uma vida.
Van: ZAC! – Assentada no chão, com a cabeça do marido no colo, desabotoa sua camisa azul claro, e passa uma das mãos no seu peito, coberto de sangue. Ela chorava.
Começara uma guerra. Tiros eram disparados. Joe e Nick estavam abaixados perto de uma árvore grande. Tentavam chegar aonde Zac e Vanessa estavam.
Enquanto isso, do outro lado da ilha, Selena chorava, com as mãos nos olhos. Demi, desesperada, tentava se levantar de qualquer maneira, em vão. Ashley as tentava acalmar, mas até a mais cautelosa e calma do grupo estava morrendo por dentro.
Os tiros ecoavam por toda aquela pequena ilha do terror.
Liam apontava uma arma para a cabeça de um dos policiais, que andava ao seu lado em direção a Joe e Nick. Os outros policiais estavam escondidos atrás de árvores ou moitas, mas eram apenas dois. Agora, não se via mais Taylor por lá. Joe olhou para os lados, procurando pelo inimigo, e quando notou que ele não estava, se levantou e começou a correr por entre as árvores. Estava indo ao outro lado da ilha.
Vanessa, ainda com a cabeça de Zac no colo, rasgava uma das mangas da camisa do marido, com a ajuda de Nick, e a amarrava em seu peito. Ela soluçava cada vez mais.
***
Lucy: Tiffany! Você sumiu! – ela disse, cínica, na porta da empresa.
Tiff: Claro, mas... Só por um tempo. Mas ainda não estou voltando, minha amiga. Tenho planos maiores para mim agora. Uma filha, marido, casa... – ela sorriu, fitando o chão – Uma vida de verdade.
Lucy: Isso. Então, pode deixar. Não se preocupe. Estou cuidando de tudo por aqui. Melhor do que você imagina, Tiffany.
Tiff: Não, só Tiff, por favor!
Lucy: Perdão. Tiff.
Tif: -Ela sorriu – Eu tenho que ir... Minha Amy está esperando.
Lucy: Mande um beijo para ela.
Tiff: Claro. Mas não sei se vai entender. – sorriu novamente – Tchau, Lucy!
Lucy: Tchau! – ela se virou – Não, só Tiff, por favor! – Disse imitando a voz dela e balançando as mãos. Depois gritou com uma das recepcionistas. – Está olhando o quê? Não tem trabalho? – e saiu em direção ao seu escritório. Já assentada na cadeira de couro preto, sussurrou para si mesma. – Trabalho quase pronto. Agora só falta a confirmação do Taylor. Dois em um. Ninguém vai saber o segredo dele, e a empresa e toda a vida de Demetria serão minhas! – ela riu, cínica. – Depois franziu a testa e se voltou para a tela do computador.
***
Quase uma hora depois, um barco branco chegava à ilha. Parece que ouviram os tiros, alguns moradores ribeirinhos. Mas ainda não têm nada confirmado. Vanessa, desconsolada, levara uma das mãos na testa, chorando. Ela via o corpo de um dos policias, morto naquela guerra privada, e Zac ser levado pelo barco branco, gemendo e sangrando. Somente Joe, Zac e Nick foram. Estavam feridos demais para permanecer ali. Em alguns minutos, outro barco chegaria para levar ela, Selena, Demi e Ashley. Liam fora levado por um outro barco. E Taylor fugira no barco dos policiais, que estava do outro lado. Com sorte, Joe conseguiu pegar um atalho e chegar a tempo de avisar a cunhada, a esposa, e Ash sobre o perigo. Mas Taylor acabou o vendo, e atirou. E Nick, em uma das tentativas frustadas  de levar Zac e Vanessa a algum lugar mais seguro, acabou sendo atingido no braço esquerdo. Agora estão chorando novamente. É tudo o que sabem, certo? Chorar. Um dos dois policiais que sobreviveram veio andando até elas.
Policial: Não achem que acabou. Esse pode ser só o começo.
***
Hey, my beautiful loves!
Bom, primeiro de tudo, obrigadas:
Aillinha ( como sempre :) ) Por comentar no último capítulo!
E também à nova seguidora *****naty****!
Thank you, guys!
Well... agora, eu quero falar um pouquinho sobre a fic... ( e eu realmente ficaria muito feliz se vocês me respondessem)
Estava pensando: É melhor dividir a fic em épocas, ocorridos, gêneros... Ou simplismente deixar levar? Tudo bem, não entenderam nada, né? Eu explico!
Temos três opções: Ou a primeira temporada vai acabar quando essa coisa do segredo do Taylor for revelada... e todas as coisinhas recentes que estão acontecendo... Lucy, a Lifewear, etc. etc., E eu começo a segunda temporada com uma nova intriga ( que está me fazendo perder noites de sono... Sério, gente, vocês vão me odiar por causa disso - prncipalmente quem tem o mesmo gosto que eu*** DICA***... Procurem em algo diferente aqui no blog, que vocês descobrem ( eu acho :p) - Bom, então... essa é a primeira opção. P.s.: a first season teria mais ou menos uns 30 capítulos...
OU... deixo a primeira temporada indo... Seguindo... com mais capítulos, e menos sentido! :p
OU a fic acaba assim que a primeira temporada acabar...
Respondam, please! Vou tentar postar o próximo capítulo amnhã, mas só se tiver um comentário!
Beijinhos de coco!
 Amo vocês! Leka!


26 de fev de 2012

Episódio 16

The way I love you

Episódio 16 – Começo de uma guerra
Com Selena e Demi...
Demi: Sel?
Sel: Sim?
Demi: Já tem mais de duas horas que saíram.
Sel: Acha que devemos avisar Ash?
Demi: Acho, mas como faremos isso?
Sel: E você me pergunta? Eu não sei...
Demi: Tudo bem... –ela respirou fundo – SELENA!
Sel: O que?
Demi: Foi você quem mandou ela ficar lá esperando. Como não sabe o que é pra fazer quando precisarmos dela?
Sel: Estávamos desesperados. O que queria que a gente fizesse?  Um caderno de instruções?
Demi: Seria uma boa.
Sel: Escuta... Você comeu alguma coisa desde que chegou aqui?
Demi: Não, e... POR QUE ESTAMOS FALANDO DE COMIDA?
Sel: Porque estou ouvindo seu estômago roncar, e você está grávida. Não pode ficar sem comer. Espera... – ela tirou da bolsa uma barra de cereais -... Só um minutinho. Toma. – entregou-a para Demi.
Demi: Obrigada. Agora, como vamos fazer para chamar Ash? – Ela perguntou enquanto abria a embalagem.
Sel: Pedimos para virem umas duas horas depois de termos saído. Já devem estar chegando.
Demi: Tomara.
Com Ashley...
Ash: Ok. Tudo pronto?
Policial: Sim.
Ash: Então vamos. – eles saíram em direção à misteriosa ilha. Já escurecia, e aquele não fora um dia comum.
Algum tempo depois...
Ash e os policias já estavam na ilha, e conversavam com Selena.
Policial: Certo, foram por onde?
Sel: Por ali. – ela apontava com o indicador para uma pequena trilha na mata fechada.
Policial: Tudo bem, nós vamos até o outro lado da ilha, estamos todos armados. Como é mesmo o seqüestrador?
Sel: Ele é moreno, não é muito alto, o cabelo em um topete, olhos apertados e escuros. E se estiver sem camisa... – ela parou por um minuto, olhando para o rio calmo -... tem um tanquinho perfeito.  AI!    - Ashley jogara o que parecia ser uma semente na sua cabeça. – Chata! Só estou falando! – ela olhou para a irmã, emburrada. Ash riu.
Policial: Já estamos indo. Não saiam daqui.
Demi: Espera! – ela gritou, enquanto tentava se levantar. – Tem uma outra pessoa, que também pode estar envolvida.
Ash: Quem?
Demi: Liam. – Ela disse sem muita convicção.
Sel: Liam?
Ash: Espera, como assim o Liam? O nosso Liam? Você bateu a cabeça onde, Demetria?
Demi: Não me chama de Dremetria! – agora foi a sua vez de jogar uma semente em Ashley, que conseguiu desviar. – O nosso Liam. Ele apareceu aqui, e disse que estava preocupado conosco, mas Joe e Nick disseram que não precisavam da ajuda dele.
Sel: Por que? Que idiotas!
Demi: Selena! Ele falava sarcasticamente, nunca tinha o visto daquele jeito. Ele estava muito estranho... – ela olhou para baixo.
Policial: Como é? Quer dizer... esse tal de Liam?
Ash: Alto. Muito alto.
Policial: Tudo bem... agora estamos mesmo indo. Não saiam daqui. Certo? – Todas concordaram, e se assentaram ao lado de Demi, com um certo ar de preocupação.
Já perto do outro lado da ilha, os três policiais andam em silêncio por entre as arvores, já ouvindo algum barulho.
Policial: Acham que devemos chegar calados? – cochichavam  uns com os outros.
Policial: Talvez. – ele olhava para o lado, apertando os olhos. – Espera, espera, quem são aqueles?
Policial: Devem ser o tal casal amigo...
Um som familiar é ouvido em toda a ilha. Demi, Selena e Ashley estremecem. Uma poça de sangue no chão vai aumentando de tamanho conforme os segundos passam. Segundos. A partir de agora, cada um deles é uma vida.
Continua...
***
Oi meus amores!
Primeiramente, queria me desculpar com todo mundo por ficar quase um mês sem postar, e também pelo tamanho do capítulo. Eu, sinceramente, estou achando que a história está ficando um pouco monótona demais...
Bom, estou escrevendo ( acreditem se quiser ) 18 novas fics ao mesmo tempo, e tenho tido pouco tempo para essa aqui, justamente porque é a que eu menos gosto! kkk Pra quem estiver curioso com as novas fics, eu vou fazer uma página entitulada PROJETOS, pra vocês conferirem as sinopses de algumas delas. A maioria delas são pequenas, de no máximo 15 capítulos, mas todos grandes. Entendido? Depois eu falo um pouco mais sobre isso...
Hoje eu não vou responder seu comentário, Aillinha, porque estou morrendo de preguiça! kkk Mas obrigada mesmo assim pelo carinho, meu anjo!
Outra coisa: Qualquer um que souber sobre a Anna, the Our love game, que sumiu e excluiu todos os blogs, me avisa!
E por último... se você quiser se afiliar, deixa um recadinho com o nome e a URL do seu blog nos comentários!
Comentem, comentem, comentem! E obrigada por ler o capítulo!
Beijinho de coco!
Leka!